Olha o Passarinho

| terça-feira, 9 de novembro de 2010 | 6 comentários |


Bem como vocês já devem ter lido sobre esse sujeito Jeff Green no blog Olha o Passarinho e sobre sua paixão pela sua mulher, que o fez guardá-la em caixão de cristal.


O que vocês ainda não sabem é como foi o funeral desta adorável e encaixotada mulher...

Pelo fato de não aguentar a saudade que sentiria de Lucy, Jeff em pleno velório conversa com os responsáveis pelo cemitério e impede que sua amada seja enterrada. 

Pior que isso, Jeff pede para levá-la para a sua casa e ficar com o corpo da esposa. Para isso entra na justiça e consegue uma liminar para poder enterrar o corpo em sua residência. Porém, não satisfeito, o marido compra um caixão de vidro onde o corpo ficaria conservado a vácuo. Loucura, loucura, loucura... E a partir daí esse enlouquecido homem possui o corpo dessa mulher como mesa de centro de sua sala, onde recebe seus poucos amigos – eu não seria amigo dele – para uma visitinha.

De forma meio macabra esse tal sujeito guarda esse cadáver nesse caixão e ainda o usa como mesa. Já pensou se essa moda pega no Brasil. Imagino se minha avó tivesse sido guardada em caixão de vidro, sem preconceitos dormi bons anos na mesma cama e colchão que a minha vózinha morreu, mesmo assim acho que seriam dias difíceis tê-la como mesa de centro.

O mais interessante dessa história é que o momento fúnebre desse homem se eternizou e até faz parte da vida dele, a cada dia ele deve olhar para o caixão de vidro e voltar um pouco ao seu passado.

O viúvo comenta que vários amigos dele deixaram de ir visitá-lo, coisa que eu também faria, pois é meio exótico ter um amigo assim!

Agora que vocês já sabem o começo da história, nós, dos dois blogs propomos um desafio profundamente inspirado em Mommy. Até o dia 19/11 quem tiver o melhor argumento sobre os fatos e farsas da história e da foto ganhará um lindo livro...




Regrinhas:
  1. Os argumentos podem ser postados em qualquer um dos blogs. ( Olha o passarinho ou Memórias Póstumas)
  2. Não vale repetir os argumentos dos outros coleguinhas
  3. Não vale ofender, apelar ou utilizar palavrinhas feias... os dois blogs são blogs de família
  4. Mommy, os tutores e monitores são café com leite.


Bem coleguinhas, vamos lá!

Morte para crianças

| domingo, 7 de novembro de 2010 | 4 comentários |
Com certeza um dos desenhos infantis (realmente infantis) mais macabros e que retrata a morte de forma aberta é "As terríveis aventuras de Billy e Mandy".


Neste desenho vemos duas crianças infernais atrapalharem a vida da morte. Como diria meu pai: " Com criança, nem o capeta pode. Essas adoráveis crianças mandam e desmandam nesse pobre coitado chamado Puro Osso.


A morte faz o típico papel de adulto influenciado e que até gosta da influencia dessas crianças do cão.Por vezes se percebe até que ela protege as crianças contra ela mesma. Situações cômicas colocam a morte cada vez mais escravizada pelas crianças e o que pode parecer demoníaco se torna algo leve e divertido.


Me divirto muito com esse trio das trevas, acho um dos melhores desenhos que já fizeram, porém se tivesse filhos não os deixariam assistir.


Porém deixarei para vocês um pedacinho de um episódio para assistirem.







Ps.: Descansem em Paz....

Arquivo, morte, ciência da informação e outras coisas

| sexta-feira, 5 de novembro de 2010 | 0 comentários |
O desafio dessa semana era encontrar um paralelo entre as ideias de Otlet e o tema do nosso blog. 
Foi um pouco difícil achar materiais concretos sobre este famoso autor da documentação, possível Ciência da Informação, porém não impossível.
Bem para começar Otlet foi forte lutador para a Paz mundial. Ele acreditava que a universalização do acesso ao conhecimento seria o caminho para a Paz Mundial, com isso impedindo que muitas pessoas fossem parar nos cemitérios seja para visitar seus mortos ou para o seu próprio enterro.
Nessa parte entramos na correlação das ideias dele com o tema do nosso blog.

Quanto a relação Arquivologia Ciência da Informação e um exemplo prático relacionado à temática do blog (cemitério, mortes ou afins)

A Arquivologia está ainda muito presa ao suporte enquanto a Ciência da Informação está preocupada com o conteúdo e a transferência da informação. A Arquivologia trabalha com a informação registrada em um suporte já a Ciência da Informação não se preocupa com isso. Trazendo para um exemplo prático do blog poderíamos falar que para nós importa que haja um documento que diga que tal pessoa morreu, pois somente a informação de uma morte não tem valor prático e jurídico do falecimento de alguém. Assim poderia ser muito bem uma informação falsa, uma falácia, assim como já foi comentado em outro post do blog. 





Aqui se vai alguns links que achamos importantes sobre a vida e um pouco da obra de Otlet:


http://www.teses.usp.br/teses/disponiveis/27/27151/tde-24092007-173121/pt-br.php


http://revista.ibict.br/index.php/ciinf/article/download/537/48x


http://revista.ibict.br/index.php/ciinf/article/download/537/48

Coma e o Cinema

| segunda-feira, 1 de novembro de 2010 | 0 comentários |
Um dos filmes mais interessantes do cinema é o filme Fale com ela (Hable con ella, 2002) do cineasta Pedro Almodóvar. Esse filme trata da relação quase morte do coma.
Nele encontramos duas personagens que por motivos diversos acabam entrando em coma. Uma bailarina jovem e bonita, a outra uma toureira de renome na Espanha. Paralelo ao coma o filme mostra a situação dos homens que as esperam retornar da quase vida.
O coma neste filme é tratado com muita delicadeza. Tem várias cenas em que se discutem o tema e a necessidade de se conversar com as pessoas nessa situação.
No filme há cenas remontando o passado e fazendo com que o espectador conheça a história dessas mulheres que estão quase mortas ou quase vivas.
Fale com ela é um filme muito interessante, simpático, macabro e surpreendente!