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Desafio mortal
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Rodrigo Gonçalves Calazans
| sexta-feira, 28 de janeiro de 2011 |
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Desafio
Um dos últimos desafios
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Rodrigo Gonçalves Calazans
| sexta-feira, 21 de janeiro de 2011 |
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Desafio
Pêsames a todos os nossos coleguinhas de blog e ao blog Defunto Mãe,
Nos últimos dias tivemos uma tarefa bem desagradável, porém muito interessante. Tivemos que toda semana pesquisar três conceitos "oficiais" (o meu não valia) de Prazo Precaucional - o que nos deu muito trabalho.
E um dos últimos desafios do Nosso blog é comentar essa experiência fantástica por qual passamos.
Juramos que não temos mágoa nem rancor, porém tivemos dificuldade de achar esses conceitos, mas foi bem legal e interessante fazer essa tarefa.
Nosso blog ficou bem mais famoso pelos conceitos do que pelo nosso próprio tema. O desafio se tornou quase uma coisa esponjosa e teve uma semana que não conseguimos achar os conceitos.
Mas tirando as dificuldades, concluímos que foi legal ver o quanto um conceito pode mudar ou não. Muitos deles são mais do mesmo, porém o conceito da Almeida e Rodrigues traz uma especificidade que é: trazer o período contextual pelo qual a sociedade pode reclamar por seus direitos e deveres.
Já os outros conceitos estão relacionados ao zelo da Administração por guardar seu documentos por um período de tempo antes de eliminá-lo ou guardá-lo permanentemente, ou seja, não tendo um conceito explicito de preocupação social da temporalidade do documento.
Bem essa foi a nossa visão sobre esse conceito e nossa impressão sobre esse trabalho.
Agora fiquem com algumas imagens do BOB ESPONJA CALÇA QUADRADA.......
ÊÊÊÊÊÊÊÊÊÊÊÊÊÊÊÊÊÊÊÊÊÊÊÊÊÊÊÊÊÊÊÊÊÊÊÊÊÊÊÊÊÊÊÊÊÊÊ
Nos últimos dias tivemos uma tarefa bem desagradável, porém muito interessante. Tivemos que toda semana pesquisar três conceitos "oficiais" (o meu não valia) de Prazo Precaucional - o que nos deu muito trabalho.
E um dos últimos desafios do Nosso blog é comentar essa experiência fantástica por qual passamos.
Juramos que não temos mágoa nem rancor, porém tivemos dificuldade de achar esses conceitos, mas foi bem legal e interessante fazer essa tarefa.
Nosso blog ficou bem mais famoso pelos conceitos do que pelo nosso próprio tema. O desafio se tornou quase uma coisa esponjosa e teve uma semana que não conseguimos achar os conceitos.
Mas tirando as dificuldades, concluímos que foi legal ver o quanto um conceito pode mudar ou não. Muitos deles são mais do mesmo, porém o conceito da Almeida e Rodrigues traz uma especificidade que é: trazer o período contextual pelo qual a sociedade pode reclamar por seus direitos e deveres.
Já os outros conceitos estão relacionados ao zelo da Administração por guardar seu documentos por um período de tempo antes de eliminá-lo ou guardá-lo permanentemente, ou seja, não tendo um conceito explicito de preocupação social da temporalidade do documento.
Bem essa foi a nossa visão sobre esse conceito e nossa impressão sobre esse trabalho.
Agora fiquem com algumas imagens do BOB ESPONJA CALÇA QUADRADA.......
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Desafio do Antonio Palocci
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Rodrigo Gonçalves Calazans
| sexta-feira, 14 de janeiro de 2011 |
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Desafio,
Fica AN
Que droga votei na Dilma e ela já começou a fazer besteira...
Bem queridos defuntos amigos e DEFUNTO MÃE (defunto me lembra presunto não sei porque). O desafio dessa semana foi do além. Nós tivemos que encontrar o documento que transfere (transferiria) o Arquivo Nacional para o Ministério da Justiça. O que acontece é que esse documento não existe, o que aconteceu foi que no discurso de posse de Antonio Palocci como Ministro Chefe da Casa Civil ele disse que vai deixar a Casa Civil mais íntima da Presidência, assim vários órgãos, autarquias e departamentos sairão da Casa Civil e irão a outros órgãos do governo.
E foi aí que tocou-se fogo no funeral. Em um ato desesperado os arquivistas e a sociedade que gosta do Arquivo Nacional onde está foi atrás de uma petição pública para a permanência do Arquivo Nacional na Casa Civil.
Nós desse blog fazemos parte desse movimento - que até parece coisa do Pânico na TV - o movimento Fica Arquivo Nacional. Que está no cantinho alí do blog ------>>
Bem não achamos o discurso escrito ou o decreto de transferência do AN para o MJ, porém achamos o vídeo do discurso e vamos analisá-lo.
Análise diplomática e tipológica
Diplomática
Nome: Veja os principais trechos do discurso do Palocci.
Gênero: Áudio visual.
Espécie: Vídeo.
Forma: Original.
Formato: Digital.
Suporte: Informático.
Tipológica
Entidade produtora: CASACIVILPR.
Tipo documental: Vídeo digital.
Entidade receptora: Usuários da internet.
Função administrativa: Registrar para informar o discurso de posse de Palocci como chefe da casa civil.
Função arquivística: Disponibilizar o discurso de Antonio Palocci em sua posse como Ministro Chefe da Casa Civil.
Descrição: O vídeo contém o discurso de Palocci na posse de ministro da casa civil.
Como a mudança do Arquivo Nacional para o Ministério da Justiça interfere em nosso blog
Não interferirá em nada, o nosso blog terminará no dia 08/02/2010. E os defuntos do nosso país continuaram a serem enterrados e continuaram também a gerar seus documentos.
Desafio da Propaganda Enganosa
Caríssimos defuntos amigos...
O desafio dessa semana foi gigantesco pois temos muitas atividades e uma prova. (Não estou feliz!)
Em um desses desafios tivemos que analisar uma historinha de um leitor de uma revista que viu um anúncio legal de um carro importado e com um preço mais ou menos legal, daí ele vai a loja e percebe que a propaganda era enganosa. Bem aqui estão as respostas das atividades. E se quiserem ver a história na integra acessem aqui .
1. Titular: empresa Comversa Produtor: o leitor
O desafio dessa semana foi gigantesco pois temos muitas atividades e uma prova. (Não estou feliz!)
Em um desses desafios tivemos que analisar uma historinha de um leitor de uma revista que viu um anúncio legal de um carro importado e com um preço mais ou menos legal, daí ele vai a loja e percebe que a propaganda era enganosa. Bem aqui estão as respostas das atividades. E se quiserem ver a história na integra acessem aqui .
1. Titular: empresa Comversa Produtor: o leitor
2. Forma: cópia
3. No caso do titular a função é de divulgação, ou seja, o marketing do carro da Hyundai. Para a Veja é a venda do serviço de espaço de anúncio na revista. Enquanto que para o leitor é a comprovação de uma oferta anunciada.
4. No caso em questão, a cópia é diplomaticamente autêntica porque contêm todos os elementos essenciais para um anúncio como a marca do carro, o nome da empresa, o valor e o modelo do carro, entre outros. De acordo com o que fala Duranti “uma cópia autêntica no sentido diplomático, também é uma cópia autêntica no sentido legal.” A autenticação garante que a cópia seja admitida como prova legal e assim produza os mesmos efeitos do documento original.
5. Sim, pois a informação do anúncio não condiz com a realidade da empresa. Dessa forma, a informação não é verídica.
6. Diante dessas cópias, o pesquisador, seu orientador e os professores irão constatar que o anúncio não possui autenticidade histórica porque o documento não sustenta a realidade dos acontecimentos.
7. Partindo da idéia de que não se sabe a localização do processo, se no Procon ou em órgãos do judiciário. Será considerado que tal processo encontra-se no Procon. O plano de classificação poderia ser da seguinte forma:
Área-fim
Grupo: Atendimento ao consumidor
Seção:Recebimento, análise, encaminhamento, acompanhamento e andamento de reclamação lesão ao direito do consumidor
Sub-seção: Por propaganda enganosa
Série documental: Reclamação de lesão ao direito do consumidor por propaganda enganosa
História sem fim cap. 10
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Rodrigo Gonçalves Calazans
| sexta-feira, 7 de janeiro de 2011 |
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conectividade,
Desafio
| Documento sugerido pelo blog Aurquivo bom pra cachorro |
Analise tipológica:
Entidade produtora: mulher Seriguela
Descrição:documento imagético pertencente a mulher Seriguela.
Função arquivística: documento imagético que traz informações sobre a estrutura óssea de uma cadela.
Analise diplomática:
Nome: radiografia de uma cadela
Gênero: imagético
Forma: original
Formato: ...
Suporte: Plástico
A História
Continuando essa história... como vocês viram os últimos episódios foram traumáticos e uma inocente cadela foi atropelada pelo amigo de nosso protagonista.
O final do ultimo episódio nem chega aos pés desse capitulo, pois no hospital veterinário o estagiário e a mulher Seriguela ficam sabendo que a cadela não poderá mais andar e ainda por cima está em estado de coma.
A mulher Seriguela chora pelo estado de quase morte da cachorra, porém já não se podia fazer mais nada, pois o pior já havia acontecido. Muito constrangido com o acontecido o nosso protagonista se dispõe a fazer tudo pela vida da cachorra. Para isso ele vai em um busca desenfreada por documentos na internet que falacem sobre a cura da paralisia por traumas ósseos. Nessa busca ele encontra um documento que dizia que na Universidade de Brasília estavam sendo feitas pesquisas sobre células tronco em cachorros, e que uma cadela já havia se recuperado de um trauma e voltara a andar.
Infelizmente o nosso herói não tinha dinheiro para levar a mulher Seriguela e sua cadelinha à Brasília. Então ele toma uma atitude desesperada e vai a um agiota pedir dinheiro emprestado.
Continua ...
O documento a ser analizado pelo CAArq - UnB
Foi o André que botou pra nós fazer ! ! ! - parte 3
Concluindo a atividade passada...
Na semana anterior, encontramos algumas dificuldades para classificar as fotografias do acervo selecionado. Com a última aula concluimos que as fotografias de Augusto Boal não podem ser consideradas um conjunto arquivístico. Desta forma, elas não mantêm uma relação orgânica e sua acumulação não se deu de forma natural, mas artificialmente. Assim, o acervo do dramaturgo pode ser entendido como uma coleção.
Ao contrário do acervo da Funarte, o acervo da Radio Televisión Española, que aos poucos está sendo disponibilizado, pode ser considerado um fundo arquivístico. Isto porque sua acumulação decorre da funções da emissora, uma vez que os documentos que estão sendo digitalizados são resultado de atividades próprias da instituição, que neste caso são os registros de comunicação da emissora. Então, os documentos da Radio Televisión Española podem ser classificados como orgânicos e naturais por possuirem um produtor que delimita o fundo.
Foi o André que botou pra nós fazer ! ! ! - parte 2
Galerinha nos desculpe pelo sumiço do blog, porém esse semestre está um pouco macabro, cheio de desafios e coisas esquisitas vindas dessa matéria.
Além de todas as dificuldades encontradas, o desafio dessa semana era fazer a análise tipológica e diplomática de um livro, da capa de um livro e também das imagens da capa do livro. Pois bem fizemos e está aqui em baixo....
Mas antes vamos falar um pouco e mostra a capa desse livro, tão comentado em nossos blogs.
Este livro é de autoria da professora Antonia Salvador que veio ao congresso WICI 2010 falar da digitalização do acervo da TVE - aquela tv espanhola que patrocina e produz um monte de filme legais como Mar adentro (2004) e Castillos de Carton (2009).
O nome do livro é Archivos fotográficos: pautas para su integración en el entorno digital. Legal né - nem lemos nada, mas ela disse que vai me mandar um para o Rodrigo.
Livro
Denominação do Documento: ARCHIVOS FOTOGRAFICOS: PAUTAS PARA SU INTEGRACION EN EL ENTORNO DIGITAL
Espécie: Livro
Suporte: Papel
Forma: Original Múltipla
Formato: livro
Gênero: Textual e Imagético
Entidade Produtora: Editora da Universidade de Granada - Espanha
Entidade Receptora: Interessados em arquivos fotográficos
Função: Transmitir o estudo realizado sobre arquivos fotográficos.
Descrição: Livro que discorre sobre arquivos fotográficos e sua integração com ambientes digitais.
Capa do Livro
Denominação do Documento: Capa do livro ARCHIVOS FOTOGRAFICOS: PAUTAS PARA SU INTEGRACION EN EL ENTORNO DIGITAL
Espécie: Capa de Livro
Suporte: Papel
Forma: Original Múltipla
Formato: Sem especificação
Gênero: Textual e Imagético
Entidade Produtora: Editora da Universidade de Granada - Espanha
Entidade Receptora: Interessados em compra de livros.
Função: Divulgar e representar o conteúdo do livro Archivos fotograficos: pautas para su integracion en el entorno digital.
Descrição: capa do livro que mostra fotografias e sua integração com o computador.
Fotos dos Livros
Denominação do Documento: Fotografias inseridas na arte da capa do livro ARCHIVOS FOTOGRAFICOS: PAUTAS PARA SU INTEGRACION EN EL ENTORNO DIGITAL
Espécie: imagem
Suporte: papel
Forma: Original Múltipla
Formato: Sem especificação
Gênero: Imagético
Entidade Produtora: ...
Entidade Receptora: Interessados em compra de livros.
Função: Divulgar e representar o conteúdo do livro Archivos fotograficos: pautas para su integracion en el entorno digital.
Descrição: imagens familiares que tenta descrever o conteúdo do livro.
Foi o André que botou pra nós fazer ! ! !
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Rodrigo Gonçalves Calazans
| quinta-feira, 2 de dezembro de 2010 |
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Augusto Boal,
Desafio
O desafio dessa semana foi analisar um acervo fotográfico da Funarte.
Nosso grupo decidiu escolher a série fotográfica do Augusto Boal. Para contextualizar um pouco o desafio, vamos contar um pouco a história desse homem.
Augusto Boal foi dramaturgo, diretor e teórico do teatro brasileiro. Ele criou uma companhia de teatro intitulada Teatro do Oprimido que se espalhou pelos EUA, França, Rio de Janeiro e Londrina. Essa companhia de teatro junta teatro e ação social, fato esse, que influenciou trabalhos voltados para as áreas de saúde mental, educação e sistemas prisionais.
Quanto ao acervo do dramaturgo escolhido, percebe-se que não há uma ordenação ou uma ordem a ser seguida, ora apresenta-se imagens pessoais, ora dele em serviço, ora de seus espetáculos e até a foto de seu livro.
O que mais contextualiza as fotos são os textos que falam sobre o artista e as legendas das fotos.
Quanto a classificação das fotografias segundo o código do Conarq:
As imagens fotográficas abaixo se classificariam em 002 PLANOS, PROGRAMAS E PROJETOS DE TRABALHO, pois estas fotos estão dentro do acervo da Funarte e dentro de seu fundo elas fazem parte de um projeto de resgate da memória da arte brasileira.
Quanto ao plano de classificação dos Partidos Políticos
As imagens entrariam no campo:
Divulgação do Partido
- Programa
Pelo fato dessas imagens estarem fazendo parte de um programa de disponibilização e divulgação da memória cultural.
Plan General
Talvez poderia caber por se tratar de um planejamento cultural e de divulgação de um acervo.
Tipo : Foto
Produtor : Funarte
Destinatário: Sociedade Brasileira
Legislação: ...
Trâmite:...
Documentos básicos que compõe o acervo: Fotos Preto e Branco, que registram o trabalho e a vida de Augusto Boal.
Ordenação da série: Sem uma ordenação Lógica consistente.
Conteúdo: Registro das atividades de Augusto Boal, tanto no teatro quanto em espetáculos.
Vigência administrativa: ...
Eliminação: Guarda Permanente
Nosso grupo decidiu escolher a série fotográfica do Augusto Boal. Para contextualizar um pouco o desafio, vamos contar um pouco a história desse homem.
![]() |
| Augusto Boal nos anos 70. |
Vamos partir para a Análise
Quanto ao acervo do dramaturgo escolhido, percebe-se que não há uma ordenação ou uma ordem a ser seguida, ora apresenta-se imagens pessoais, ora dele em serviço, ora de seus espetáculos e até a foto de seu livro.
O que mais contextualiza as fotos são os textos que falam sobre o artista e as legendas das fotos.
Quanto a classificação das fotografias segundo o código do Conarq:
As imagens fotográficas abaixo se classificariam em 002 PLANOS, PROGRAMAS E PROJETOS DE TRABALHO, pois estas fotos estão dentro do acervo da Funarte e dentro de seu fundo elas fazem parte de um projeto de resgate da memória da arte brasileira.
Quanto ao plano de classificação dos Partidos Políticos
As imagens entrariam no campo:
Divulgação do Partido
- Programa
Pelo fato dessas imagens estarem fazendo parte de um programa de disponibilização e divulgação da memória cultural.
Identificação
Denominação Original: Augusto Boal e o Teatro do Oprimido em Paris, 1975.
Local: ParisCaracteres Externo
Gênero: imagético
Suporte: Digital.
Formato: 581 x 383 px
Caracteres Internos
Produtor: Funarte
Organismo: Brasil Memória das Artes (CEDOC)- Funarte.
Conteúdo: Foto de Augusto Boal em um de seus espetáculos.
Objetivo: Registrar o trabalho de Augusto Boal.
Quanto a classificação segundo o Plano dos Arquivistas de Madri.
No primeiro plano encontramos:Plan General
Talvez poderia caber por se tratar de um planejamento cultural e de divulgação de um acervo.
Tipo : Foto
Produtor : Funarte
Destinatário: Sociedade Brasileira
Legislação: ...
Trâmite:...
Documentos básicos que compõe o acervo: Fotos Preto e Branco, que registram o trabalho e a vida de Augusto Boal.
Ordenação da série: Sem uma ordenação Lógica consistente.
Conteúdo: Registro das atividades de Augusto Boal, tanto no teatro quanto em espetáculos.
Vigência administrativa: ...
Eliminação: Guarda Permanente
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| As análises diplomáticas e tipológicas foram feitas a partir dessa imagem. |
Discussão dos resultados alcançados
A contextualização do acervo com os planos de classificações se deu de forma um pouco que bagunçada em nossas humildes mentes arquivísticas.
Por parte do Conarq nós até que fomos bem, pois já estamos acostumados com o pensamento mais amplo que o plano (código) de classificação deles nos oferece.
Já o plano de classificação de Madri e dos Partidos Políticos, nos sentimos muito desconfortáveis em achar um código, fato esse, devido a suas peculiaridades. No campo da avaliação diplomática e tipológica não tivemos muita dificuldade.
Bem galera do bem e do mal aqui fica mais um de nossos desafios semanais.
Beijos nos corações de cada um e tchau.......
Ps. Descansem em Paz.
Desafio parte 1
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Rodrigo Gonçalves Calazans
| sexta-feira, 19 de novembro de 2010 |
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Desafio
Desafio da semana consiste em analisar documentos que apareceram no documentário "Memória para uso Diário". Galera esse filme é fantástico, me emocionei do inicio ao fim do documentário. Esse filme foi exibido na Semana do arquivista da UnB, ocorreram certos problemas na exibição dele, mas foi muito proveitoso assisti-lo. Vou deixar no fim do post o trailer, então se vocês se interessarem o assistam pois vale a pena.
Voltando ao desafio, nós tivemos que escolher três documentos que apareceram no filme e fazer análise diplomática e tipológica desses documentos verificando se a mudança de titularidade desses documentos modificaria a função arquivística do documento.
Análise diplomática
Nome: Fotografias dos desaparecidos
Gênero: imagético
Forma: original
Formato: 15 x 21
Suporte: papel
Gênero: tridimensional
Forma: original
Formato: humano
Suporte: mineral concentrado
Gênero: textual e imagético
Forma: original
Formato: folha avulsa
Suporte: papel
Análise Tipológica
Fotografia dos desaparecidos
Entidade produtora: família do desaparecido
Descrição: documento imagético pertencente ao arquivo das famílias dos desaparecidos políticos.
Função arquivística: No arquivo da família, antes do desaparecimento, a foto tem a função de recordação. Após o desaparecimento ela é utilizada pra tentar localizar ou reconhecer a pessoa desaparecida.Caso essa fotografia vá para a o arquivo da polícia ela integrará um dossiê que será utilizado para análise criminal.
Ossada
Entidade produtora: a pessoa desaparecida.
Descrição: documento tridimensional encontrado em cemitério clandestino.
Função arquivística: a ossada possui função de identificação de desaparecidos.
Conta de luz
Entidade produtora: morador cujo nome da rua é o nome de um dos desaparecidos políticos.
Função arquivística: para o morador é a comprovação de uma despesa. Para a família do desaparecido e para o resto da sociedade é uma forma de provar que o Estado se redimiu.
Descrição: Documento textual e imagético pertencente ao arquivo do morador.
Desafio parte 2
A outra parte do desafio era contextualizar os mesmos documentos ao tema do blog. Por isso fizemos uma história que conta a saga de uma senhora em busca de seu filho em cemitério clandestino em São Paulo.
Memória de mãe
Velha, setenta e nove anos, reumatismo e uma memória. Dona Claudia, mãe de um único amor, seu filho Rodolfo desaparecido politico desde o ano de 1972. A última lembrança de seu filho foi a roupa que ele saíra de casa, pois ela o vira de costas e não conseguira ver seu rosto.
Ano passado ao assistir o jornal da noite viu uma reportagem falando de um cemitério clandestino em São Paulo. Ao removerem as ossadas viu aquela camiseta, a mesma que seu filho tinha saído de casa. Seu coração não aguentou, tinha certeza que aquele era seu filho. Porém havia um grande impasse, pois no ano do desaparecimento eles moravam em Goiânia, como o corpo de seu filho havia parado em São Paulo.
Dona Claudia pegou o primeiro avião para aquela cidade que foi o ultimo abrigo de seu filho. Durante a viagem chorou como se revivesse cada momento destes anos sem ele, lembrou momentos de desespero em que com uma fotografia na mão saia nas ruas e perguntava por seu filho: - alguém o viu? você sabe alguma coisa sobre ele? – eram suas perguntas. Lembrou as noites em claro que passava rezando, clamando por respostas divinas. Agora restava a única certeza - seu filho morreu.
A velha memoriosa foi ao MPF de São Paulo, contou sua história ao promotor e esse disse que a ajudaria e que era comum que presos políticos fossem mandados para outro estado. No outro dia a senhora colheu sangue e entregou documentos do filho, entre eles a fotografia que guardou de recordação e como tentativa de achar o desaparecido. Os peritos fizeram o laudo e compararam o DNA dos dois, mais tarde a resposta para a certeza dessa mãe é confirmada: a ossada pertence a Rodolfo Guedes de Oliveira.
A pedidos da mãe deixaram-na sozinha com os restos do filho em uma sala do ministério público. Dona Claudia chora copiosamente pela certeza que poderá enterrar seu único e grande amor. Olhando para um canto da sala relembra os primeiros passos do filho, lembra quando ele passou no vestibular para medicina, lembra suas aspirações politicas, lembra seu amor e esperança por um Brasil mais livre.
Leva os restos mortais de seu filho para Goiânia, nessa cidade o enterra. Em sua lápide escreve os dizeres: Morri pelo bom e por aquilo que era bom.
A dois meses atrás, a rua de Dona Claudia ganhou o nome de seu filho. Um mês depois ao chegar a conta de luz a memoriosa senhora vê o nome do filho batizando sua rua, senta-se no sofá, reflete e vai para cama reviver no seu último sonho todo aquele amor que sente por Rodolfo.
Em memória de meu avô morto em 67 em situações estranhas no Hospital de Base e também ao meu falecido amigo Salomão que perdeu seu emprego nos correios e foi prezo pelo DOPS em 79 por possuir ideais libertários.
Analise tipológica dos documento destacados em negrito
Fotografia de Rodolfo
Entidade produtora: família de Dona Claudia
Descrição: documento imagético pertencente ao arquivo da família de Dona Claudia.
Função arquivística: No arquivo da família, antes do desaparecimento, a foto tem a função de recordação. Após o desaparecimento ela é utilizada pra tentar localizar ou reconhecer Rodolfo.
Ossada
Entidade produtora: Rodolfo Guedes de Oliveira
Descrição: documento tridimensional encontrado em cemitério clandestino.
Função arquivística: a ossada possui função de identificação do corpo de Rodolfo.
Conta de luz
Entidade produtora: Dona Claudia
Função arquivística: Para Dona Claudia é o reconhecimento que seu filho foi um herói que lutou pela democracia no Brasil.
Descrição: Documento textual e imagético pertencente ao arquivo de Dona Claudia.
Arquivo, morte, ciência da informação e outras coisas
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Rodrigo Gonçalves Calazans
| sexta-feira, 5 de novembro de 2010 |
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ciência da informação,
Desafio,
otlet
O desafio dessa semana era encontrar um paralelo entre as ideias de Otlet e o tema do nosso blog.
Foi um pouco difícil achar materiais concretos sobre este famoso autor da documentação, possível Ciência da Informação, porém não impossível.
Bem para começar Otlet foi forte lutador para a Paz mundial. Ele acreditava que a universalização do acesso ao conhecimento seria o caminho para a Paz Mundial, com isso impedindo que muitas pessoas fossem parar nos cemitérios seja para visitar seus mortos ou para o seu próprio enterro.
Nessa parte entramos na correlação das ideias dele com o tema do nosso blog.
Quanto a relação Arquivologia Ciência da Informação e um exemplo prático relacionado à temática do blog (cemitério, mortes ou afins)
A Arquivologia está ainda muito presa ao suporte enquanto a Ciência da Informação está preocupada com o conteúdo e a transferência da informação. A Arquivologia trabalha com a informação registrada em um suporte já a Ciência da Informação não se preocupa com isso. Trazendo para um exemplo prático do blog poderíamos falar que para nós importa que haja um documento que diga que tal pessoa morreu, pois somente a informação de uma morte não tem valor prático e jurídico do falecimento de alguém. Assim poderia ser muito bem uma informação falsa, uma falácia, assim como já foi comentado em outro post do blog.
Aqui se vai alguns links que achamos importantes sobre a vida e um pouco da obra de Otlet:
http://www.teses.usp.br/teses/disponiveis/27/27151/tde-24092007-173121/pt-br.php
http://revista.ibict.br/index.php/ciinf/article/download/537/48x
http://revista.ibict.br/index.php/ciinf/article/download/537/48















